[Paraty em Foco] Diário de bordo, parte 1

8º Paraty em Foco
Salve salve pessoal!
Esta é a primeira parte do diário de bordo da minha participação no 8º Paraty em Foco, na historica cidade de Paraty, litoral do estado do Rio de Janeiro.

Porém, antes de começar a falar sobre a cidade e o evento, preciso comentar sobre a viagem em si, que já foi uma aventura e tanto. Saímos – eu e a esposa – de Curitiba na terça-feira, para fazer uma paradinha em São Paulo e depois, na quarta, continuarmos para o nosso destino final. Até SP tudo certo, sem problemas, e passamos um fim de tarde delicioso com meu irmão, cunhada e sobrinha. A coisa toda começou a mudar um pouco ao sair de SP, onde erramos uma das saídas e acabamos na Ayrton Senna (nosso objetivo era a Rio-Santos O.o). Depois de seguir o Google Maps por quilômetros e quilômetros (nada mal, pois a distância era a mesma por este caminho e pela Rio-Santos), chegamos a uma simpática e pitoresca estrada secundária que descobrimos em breve ser a famosa Estrada Real, caminho do ouro entre Minas Gerais e o porto de Paraty.
Até aqui foi tudo tranquilo...
Pois que logo após esta bela visão da cascata (registrada com o celular da esposa, já que a câmera estava no bagageiro, bem protegida para a viagem), enquanto ainda lembrava da deliciosa Estrada Real da Falke Bier que havia provado muito antes, acaba o asfalto. Até aí tudo bem, mas esqueceram de avisar que boa parte da Estrada Real nessa região é trilha Off-Road, e lá fomos nós descendo esse caminho todo (20km, aproximadamente) a 10km/h em um toyota corolla com freios ABS superaquecidos. Desnecessário dizer que foi meio assustador, tais os barulhos que o freio fazia enquanto fugíamos de pedras e lamaçais no trajeto.

Mas tudo bem, logo depois o asfalto voltou a existir e, apesar de cansados e com a adrenalina um pouco alta, chegamos sãos e salvos em Paraty. Encontramos nossa pousada, guardamos o carro em um estacionamento próximo e fizemos o primeiro passeio pela área. Ruas de pedra que fariam qualquer curitibano agradecer aos céus pelo petit-pavet das calçadas da cidade sorriso, casinhas coloniais em quadra fechada e fotógrafos por todos os lados. Devido ao cansaço, acabamos por tomar umas cervejas ( experimentar o Chopp Caborê, produzido localmente e meio sem graça) e nos retirarmos.

O segundo dia, até aqui, foi usado passeando pela cidade, visitando as exposições (destaque para a “Véus”, do fotógrafo Thales Leite dos Santos Pereira) fotografando um pouco do que vimos e, principalmente, ensinando a patroa a fotografar, algo que eu já devia a ela tem algum tempo ;). Outro ponto alto do dia foi conversar com o pessoal do Cidade Invertida, que está realizando um workshop de fotografia pinhole e tendo um resultado bem bacana com o processo.

Hoje à noite estão previstas projeções de imagens e vou tentar reencontrar algumas das pessoas que conheci hoje para trocar mais ideias. Amanhã, ainda não sabemos exatamente o que fazer, mas é bem provável que role um mergulho por aí (desejem-me sorte).

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